Economia
Governador do Banco de Portugal não vê grande impacto da questão venezuelana para a economia mundial
A nível interno, Álvaro Santos Pereira diz que a grande preocupação é o mercado imobiliário.
Em entrevista à RTP, no programa Grande Entrevista, Álvaro Santos Pereira disse que o impacto da questão venezuelana na economia mundial será reduzido.
“O impacto será mais para a região do que para a economia global. Só se houvesse um alastramento do conflito para outros países é que poderia haver um impacto maior”, disse o governador do Banco de Portugal.
“Claro que vai haver um impacto no preço do petróleo, mas devido à qualidade do petróleo venezuelano penso que o impacto será reduzido”, acrescentou, aludidndo ao facto de o petróleo venezuelano ser um petróleo pesado, e assim mais difícil de refinar.
Em relação à economia portuguesa, Álvaro Santos Pereira prevê que continue “bastante robusta” e considera que a grande incógnita vão ser as exportações.
“A banca já há muito tempo que não estava tão saudável. É importante que esta robustez continue nos próximos anos”, declarou.
A nível interno, o governador do Banco de Portugal diz que a grande preocupação é o mercado imobiliário. Para o governador, “a resposta é criar mais oferta”.
“Temos que trabalhar nos licenciamentos, temos de arranjar mais mão-de-obra e criar condições para que as pessoas possam comprar casa”, disse, salientando que “se não aumentarmos de forma significativa a oferta de casas vamos continuar com a pressão nos preços”.
Álvaro Santos Pereira considera ainda que a reforma do Estado “tem de ser uma prioridade total”, com foco na justiça e no combate à corrupção. “Na justiça, o grande problema são os tempos”, disse, afirmando que esses tempos “não se justificam”.
Em relação às comissões bancárias, Álvaro Santos Pereira admite uma redução. “Se acharmos que as comissões estão demasiado elevadas, certamente iremos fazer alguma coisa”, disse.
“O impacto será mais para a região do que para a economia global. Só se houvesse um alastramento do conflito para outros países é que poderia haver um impacto maior”, disse o governador do Banco de Portugal.
“Claro que vai haver um impacto no preço do petróleo, mas devido à qualidade do petróleo venezuelano penso que o impacto será reduzido”, acrescentou, aludidndo ao facto de o petróleo venezuelano ser um petróleo pesado, e assim mais difícil de refinar.
Em relação à economia portuguesa, Álvaro Santos Pereira prevê que continue “bastante robusta” e considera que a grande incógnita vão ser as exportações.
“A banca já há muito tempo que não estava tão saudável. É importante que esta robustez continue nos próximos anos”, declarou.
A nível interno, o governador do Banco de Portugal diz que a grande preocupação é o mercado imobiliário. Para o governador, “a resposta é criar mais oferta”.
“Temos que trabalhar nos licenciamentos, temos de arranjar mais mão-de-obra e criar condições para que as pessoas possam comprar casa”, disse, salientando que “se não aumentarmos de forma significativa a oferta de casas vamos continuar com a pressão nos preços”.
Álvaro Santos Pereira considera ainda que a reforma do Estado “tem de ser uma prioridade total”, com foco na justiça e no combate à corrupção. “Na justiça, o grande problema são os tempos”, disse, afirmando que esses tempos “não se justificam”.
Em relação às comissões bancárias, Álvaro Santos Pereira admite uma redução. “Se acharmos que as comissões estão demasiado elevadas, certamente iremos fazer alguma coisa”, disse.